“Porque amar também é isso. É se doar, é cuidar do outro mesmo estando machucado, é ceder, é estar do lado, é se sentir acolhido num abraço, é ter um ponto de paz.”
“É. Eu deixei você ir.
Estava cansada de segurar o teu mundo e deixar o meu cair, estava cansada de resolver seus problemas e deixar os meus sem solução. Estava cansada de sofrer por você. Estava cansada de enxugar suas lágrimas e deixar as minhas secarem. Estava cansada de tudo, menos de você.”
“Talvez amar seja isso, perdoar uma pessoa sabendo que ela ainda irá errar um milhão de vezes.”
“Uma vez meu pai me disse que conheceu a mulher mais insuportável que brigava com ele todos os dias, e por incrível que pareça, essa mulher tem meu sobrenome.”
“Quero acordar de manhã com você ao meu lado, quero chegar à noite e jantar com você. Quero compartilhar com você cada detalhe bobo do meu dia e ouvir cada detalhe do seu. Quero rir junto com você e dormir com você em meus braços.”
“Mas eu quero que você saiba que quando eu me imagino feliz, é com você.”
“Você é um idiota e eu te odeio. Odeio quando eu quero que você faça uma coisa e você faz completamente outra. Odeio quando você não me dá atenção e parece estar ocupado demais pra mim. E eu odeio mais ainda ter que fazer alguma coisa pra que você perceba que eu preciso de mais atenção. Odeio ficar com saudades de você. Odeio ficar carente de você. Odeio quando você não percebe as coisas erradas que faz. Odeio quando você não corre atrás de mim. Odeio quando você não percebe as indiretas que eu dou, e odeio ainda mais quando eu preciso te dar alguma indireta. Odeio quando você fica todo cheio de intimidades com suas amigas, e odeio mais ainda quando elas ficam achando que tem o direito de ficar de intimidade com você. Odeio quando você fica estranho e não me diz o porque. Odeio quando você fica distante, parecendo estar com a cabeça em outro lugar. Odeio a impressão que você passa de, ás vezes, não fazer questão de mim ou da minha presença. Odeio ainda mais essa minha sensação idiota, masoquista e estúpida de estar te perdendo. Meu medo de te perder. Odeio sentir ciúmes de você. Odeio demais. Odeio essa sua mania de não demonstrar o que sente por mim em público. Odeio quando você me dá motivos pra pensar besteira (por mais louca que seja). Odeio pensar que talvez, só talvez, você não tenha só a mim. Ou não queira mostras as pessoas que você me tem. Odeio quando você dá a impressão de não querer mostrar pra ninguém que eu também te tenho. Odeio imaginar você com outras garotas, e me odeio mais ainda por imaginar essas coisas. Odeio prestar atenção em cada detalhe seu, e ás vezes ficar triste por esses detalhes. Odeio quando eu crio expectativas demais em cima de você. Odeio quando eu quero não me importar e deixar pra lá, mas simplesmente não consigo. Odeio quando eu tento te esquecer por 1 minuto, mas você continua na minha cabeça à cada segundo. Eu odeio qualquer coisa e qualquer pessoa que possa, pela mínima chance que seja, te tirar de mim. Odeio as nossas brigas sem sentido. Mas eu odeio mais ainda, ter motivos pra brigar com você. Odeio me sentir insegura, como se à qualquer momento você pudesse me deixar. Aliás, eu odeio quando você me deixa, por menor que seja o tempo. Odeio ter a sensação às vezes de que você quer ir, quando tudo que eu mais quero é te fazer ficar. Odeio quando tudo tá bem, e por um vacilo seu de 5 segundos, de repente já está tudo mal. Odeio saber que você tem meu coração, e que no momento que quiser, pode quebrá-lo. Odeio essa lista idiota de (quase) todas as coisas que eu odeio em você. Mas o que eu odeio mesmo, é não conseguir te odiar. Odeio saber que, eu posso fazer mil listas dessas mas no fim não vai adiantar nada… Porque a verdade é que eu não odeio nada disso. Tenho raiva (às vezes muita raiva), é verdade. Mas eu não consigo te odiar. Porque eu posso ter mil motivos pra odiar você… Mas eu tenho um milhão deles pra te amar.”
“Não se iluda comigo, eu não tenho nada demais pra oferecer além de sentimento - para alguns é nada, para outros é tudo e pra você, serve?”